Minha Florzinha Maitê
Maitê, cadê você,
que não me vê,
e nem quer brincar.
Pra quê,
tantos porquês,
se você quer me ignorar.
Então, meu coração,
pede perdão,
pelo que não fez.
desperta Maitê,
me dê sua mão,
vamos viver!
Oh, meu bebê,
Minha florzinha de liz,
Como é bom,
Vê-la sempre tão feliz.
Já é hora,
de despertar,
mostrando,
que a vida,
vai se eternizar.
(Autora: Vera Lúcia Olbert)